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Quarta-feira, 21 de Agosto de 2019
NOTÍCIAS
    19-06-2008 | 11:06
    Contratação - A Secretaria de Estado de Infra-estrutura (Sinfra) abriu processo seletivo para a contratação de profissionais nas áreas de engenharia e arquitetura. O edital de abertura foi publicado ontem no Diário Oficial e contempla a contratação de 11 novos servidores pelo período de um ano, sendo prorrogável pelo mesmo prazo.

    Feirão - Empresas do setor imobiliário e da construção civil estarão concentrados a partir de hoje no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá, para o 1º Salão da Habitação. Até domingo (22), várias empresas do segmento de compra, venda e locação de imóveis, decoração, paisagismo, arquitetura, lojas de material de construção e agentes financeiros vão expor seus produtos para fomentar negócios. Será realizado também a quarta edição do Feirão da Casa Própria, da Caixa Econômica Federal. A abertura é às 19h30. A partir de amanhã, a feira estará aberta ao público das 10h às 22h.

    Informatização - A Receita Federal iniciará no próximo dia 4 de julho a implantação do uso de processos totalmente digitais, sem utilização de papel, nos recursos apresentados pelos contribuintes contra autuações em cobrança de tributos lançadas pelos fiscais.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    19-06-2008 | 11:06
    Com aporte de R$ 200 milhões, a cervejaria Petrópolis começa a operar em Rondonópolis no dia 4 de julho. A indústria é fabricante das marcas Itaipava, Crystal, Petra, Lokal e Black Princess e terá capacidade para produzir 250 milhões de litros de cerveja por ano, com expectativa de aumentar o volume de acordo com a demanda. Para o início da atividade foram contratados 247 funcionários.

    De acordo com o gerente da unidade, Paulo Berti, a empresa escolheu Mato Grosso por uma questão estratégica: a distribuição. "O segmento está crescendo e o consumo dos produtos vem aumentando gradativamente", diz ao revelar que a unidade de Rondonópolis começará com a produção da cerveja Crystal e futuramente agregará as outras marcas. A localização dará ainda acesso mais fácil aos demais Estados da região Centro-Oeste e ao Norte do país.

    Na construção da unidade foram empregados 1,027 mil profissionais, que foram responsáveis pela edificação da quarta unidade produtora da cervejaria, que foi fundada em 1994. As outras fábricas estão localizadas no Rio de Janeiro (Teresópolis e Petrópolis) e São Paulo (Boituva). Somente de 2003 a 2006, os investimentos da empresa somaram cerca de R$ 260 milhões, aplicados na compra de equipamentos, mão-de-obra especializada e rede de distribuição, ações que permitiram o incremento na produção que chega a 750 milhões de litros anuais.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    19-06-2008 | 11:06

    IBGE – Com a crise do agronegócio em MT, setor praticamente não cresceu no período; melhora tomou força só no ano passado.

    Duas outras regiões do país viveram momentos de expansão.

    O setor da construção civil registrou um crescimento bastante tímido em Mato Grosso no ano de 2006 em ralação a 2005, conforme dados divulgados ontem pela Pesquisa Anual da Indústria da Construção (PAIC), do Instituto Brasileiro de Geografia e estatística (IBGE). O estudo do instituto apenas comprovou o que o setor no estado já havia sentido. Com a crise do agronegócio, principalmente em 2004, a construção passou por um dos piores momentos entre nos anos seguintes.

     

    Fonte: Folha do Estado
    19-06-2008 | 10:06

    A inflação medida pelo Índice Geral de Preços - 10 (IGP-10) foi de 1,96% em junho, contra uma taxa de 1,52% registrada no mês anterior. O IGP-10 é calculado com base nos preços coletados entre os dias 11 de maio e 10 de junho. O índice já acumula alta de 6,51% no ano e de 12,71% nos últimos 12 meses.

    Os preços no atacado subiram 2,21% em junho, acima da variação registrada no mês anterior (1,91%), mas os das matérias-primas brutas sofreram desaceleração, passando de uma taxa de 3,36% para 2,64% em junho. Os principais destaques foram arroz em casca (de 31,95% para 13,22%), milhão em grão (de 2,79% para –2,93%) e leite in natura (de 5,56% para 1,83%).

    Já os preços no varejo subiram 0,93% em junho, contra uma alta de 0,67% em maio, puxados principalmente pelos alimentos (de 1,70% para 2,40%). Os produtos que mais aumentaram foram hortaliças e legumes (de 5,06% para 10,28%), arroz e feijão (de -2,28% para 7,82%), carnes bovinas (de 2,12% para 5,14%) e aves e ovos (de -1,45% para 2,64%).

    Também contribuíram para a aceleração do índice os grupos habitação (de 0,10% para 0,32%); educação, leitura e recreação (de 0,01% para 0,54%) e despesas diversas (de 0,08% para 0,11%). No sentido oposto ficaram vestuário (de 0,93% para 0,16%), transportes (de 0,27% para 0,14%) e saúde e cuidados pessoais (de 0,78% para 0,72%).

    O custo da construção civil registrou em junho uma inflação de 2,66% - acima do resultado do mês anterior, que foi de 0,85%, puxado pela alta dos materiais, dos serviços e da mão-de-obra.


    Fonte: Mídia News
    19-06-2008 | 10:06

    O valor das obras executadas no País cresceu 7,1% em 2006 em termos reais, em relação a 2005, divulgou nesta quarta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2006, com receita operacional de R$ 105,6 bilhões, as empresas de construção realizaram obras e serviços no valor de R$ 110,7 bilhões, dos quais R$ 47,1 bilhões foram construções para entidades públicas, que representaram 42,6% das obras executadas (contra 40,3% em 2005).
         
         Os dados fazem parte da pesquisa anual da indústria da construção, que registrou também cerca de 1,5 milhão de pessoas ocupadas nas cerca de 109 mil empresas do setor.
         
         Quanto aos produtos do setor, entre 2005 e 2006, o valor das obras residenciais cresceu 9,4%. 
          

    Fonte: 14 horas news
    19-06-2008 | 10:06

    As grandes empresas do setor de construção, que contam com pelo menos 250 empregados, perderam espaço para as organizações de menor porte na indústria da construção do país, num intervalo de dez anos. Em 1996, elas eram responsáveis por 71,1% do valor das obras executadas, passando a responder por 64% em 2006.

    As informações constam da Pesquisa Anual da Indústria da Construção (Paic), divulgada hoje (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    O coordenador de Indústria do IBGE, Silvio Sales, explica que esse movimento pode estar relacionado ao processo de terceirização do setor, em que as firmas se especializam em determinadas fases das obras.

    “Com isso, você diminui o tamanho médio da empresa e ela se especializa em uma fase da cadeia de produção de um prédio, por exemplo, como acabamento. Por isso, as pequenas vêm ganhando espaço nesse período de dez anos

    ”Outro fator apontado pela pesquisa que pode estar relacionado a essa realidade é a queda do investimento público no setor entre 1996 e 2006. Essa demanda, que é atendida principalmente pelas grandes empresas, caiu de 76% para 68,3% nesse período.

    Sales destacou, no entanto, que, quando se observam os últimos anos, é possível perceber uma certa reação das grandes empresas que retomaram parte de sua importância.

    Isso ocorre, segundo ele, principalmente no setor de obras de infra-estrutura, que deve apresentar resultados ainda mais expressivos no próximo levantamento, quando devem ser mais bem captados os efeitos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

    Entre 1996 e 2006, as grandes companhias passaram de 21,7% do total das empresas para 16,5%. Elas responderam, em 2006, por 59,9% do pessoal ocupado, e pagaram 67,5% dos salários do setor. Dez anos antes, as grandes empresas ocupavam 65% dos empregados da construção civil e pagavam 70,7% do total de remunerações.

    Fonte: Mídia News

    Data: 19/06/2008

     

    19-06-2008 | 10:06
    Preocupado com a alta da inflação, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva realiza nesta quinta-feira uma reunião com a equipe econômica e conselheiros informais para discutir medidas de controle do gasto público e de restrição à expansão do crédito. A informação está na reportagem de Kennedy Alencar e Guilherme Barros publicada na Folha.No atual modelo, a meta de inflação é de 4,5%, mas há uma margem de dois pontos percentuais para cima ou para baixo a fim de acomodar imprevistos. No ritmo atual de inflação, há o risco de a inflação superar o teto da meta, de 6,5% neste ano, o que Lula quer evitar.

    Lula quer ouvir sugestões do que pode ser feito, mas já cogita cortar o gasto público e elevar o superávit primário a 4,8% do PIB (Produto Interno Bruto), ajudando o Banco Central a não subir tanto os juros.

    Em outra reportagem, o presidente do BC, Henrique Meirelles, disse que a alta do superávit ajuda no combate à inflação e, por isso, "quanto mais, melhor".

    Segundo Meirelles, o aumento dos juros, que teve início em abril, tem efeito imediato cumulativo. Mas o "pico", o efeito completo, deve ocorrer no final deste ano e no início de 2009.

    "O Banco Central está atento e pronto para agir," afirmou. Analistas de mercado consultados pelo BC na pesquisa semanal Focus já trabalham com a aposta de que o IPCA (índice oficial de inflação) ficará em 5,8% neste ano. Sobre a taxa básica de juros, atualmente em 12,25%, o mercado espera que termine 2008 em 14,25%.

     Inflação

    Nesta quarta-feira, o economista da FGV (Fundação Getúlio Vargas) Salomão Quadros afirmou que a inflação vem se mostrando mais "resistente", e diante disso o BC (Banco Central) terá que continuar elevando a taxa de juros.

    O presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Luciano Coutinho, disse na terça-feira (17) que há espaço para que a taxa de juros Selic caia. Ele ressaltou que isso só poderá acontecer quando a alta dos preços dos alimentos cessarem, e a inflação estiver mais controlada. A taxa real (descontada a inflação) mexicana atual é de 2,6%, e a brasileira alcança 6,9% (também real).

    Fonte: Folha online

    19-06-2008 | 10:06
    O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, afirmou, em uma entrevista publicada na versão online do jornal "Financial Times" ("FT"), que a "inflação é a principal ameaça para o Brasil e o resto do mundo".

    Meirelles disse que atualmente o perigo de recessão é menor do que o de inflação, e fez um apelo aos bancos centrais de outros países para tentar controlar o aumento dos preços.

    "O risco é que os preços dos alimentos e da matéria-prima continuem a aumentar. Se todos os bancos centrais decidirem que o problema é apenas de outros países, ninguém fará nada a respeito e a inflação irá atingir o mundo todo rapidamente", afirmou Meirelles ao "FT".

    Henrique Meirelles disse que apesar de o Federal Reserve (Fed, o BC americano) ter cortado as taxas de juro nos últimos meses para tentar afastar o risco de recessão, ele está confiante de que os bancos centrais irão voltar suas atenções para a "ameaça maior da inflação", que segundo ele, "é realmente o principal desafio neste momento".

    Controle

    O texto comenta a decisão do Banco Central em aumentar a taxa básica de juros, Selic, em abril e maio deste ano, depois de dois anos de relaxamento monetário.

    Atualmente, a taxa anual está fixada em 12,25%, mas alguns economistas estimam que possa chegar aos 14,25% até o final de 2008, diz o texto.

    Segundo o artigo, na época, o BC justificou o aumento em 0,5 ponto percentual --a elevação comum é de 0,25 ponto percentual-- como uma medida para evitar que o período de aperto na economia fosse mais prolongado.

    Na entrevista ao "FT", Meirelles não fez uma previsão de quanto tempo esse período irá durar.

    A matéria destaca ainda o aumento no Índice de Preços ao Consumidor (IPCA) que atingiu 5,8% nos últimos 12 meses, além do aumento no Índice de Preço ao Atacado (IPA), que pode atingir 10% no final de 2008.

    "Temos que tomar cuidado com o equilíbrio entre oferta e demanda para assegurar que os preços do atacado não ultrapassem os preços do varejo", disse Meirelles ao jornal.

    Segundo ele, já há indícios de que a inflação no varejo se espalhou nas últimas semanas.

    Meirelles disse ainda que o governo está ciente da necessidade de controlar os gastos públicos para combater a inflação.

    Fonte: Folha online
    19-06-2008 | 10:06
    O principal objetivo para a realização de investimentos industriais em 2008 é a expansão da capacidade de produção. É o que revela a pesquisa Quesitos Especiais da Sondagem Conjuntural da Indústria de Transformação, referente ao período de abril e maio deste ano, divulgada ontem pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). De acordo com o levantamento, o aumento da capacidade foi citado por 56% do total de 845 empresas consultadas, a maior freqüência relativa da série histórica reconstituída a partir de 1998.

    De acordo com análise da FGV, esta opção de resposta vem sendo apontada com maior freqüência nos anos em que a indústria também prevê maiores taxas de investimento na expansão da capacidade produtiva - o que foi registrado em pesquisa realizada pela FGV no 1º bimestre deste ano. "O resultado de agora sinaliza, portanto, a sustentação das intenções de realização de investimento ao longo de 2008", informou a FGV.

    Segundo a FGV, o segundo motivo para a realização de investimentos em 2008 apontado entre as empresas entrevistadas foi o aumento da eficiência produtiva, lembrada por 28% das empresas - o mais baixo percentual desde 2005 (26%). Também foi citada como motivo de realização de investimentos a substituição de máquinas e/ou equipamentos, lembrada como principal objetivo por 11% das empresas (sendo que esse percentual era de 16% em igual período em 2007). A fundação esclareceu ainda que a proporção de empresas que dizem estar sem programa de investimentos atingiu o nível mais baixo da série: 5% do total. Esse levantamento é feito com regularidade pela FGV, que realiza um "corte" especial nos dados da Sondagem da Indústria, sobre um tema específico.

    Demanda- A pesquisa revelou que a maioria das empresas não teme esgotamento da capacidade devido ao atual cenário de forte demanda interna. De acordo com o levantamento, 73% do total das pesquisadas não acreditam em esgotamento da capacidade. Segundo o levantamento, 27% das empresas pesquisadas citaram a possibilidade de não atender a todas as encomendas. A FGV esclareceu que, das empresas que vislumbram alguma possibilidade de não conseguir atender a todos os pedidos, 87% afirmam que o esgotamento se daria nos próximos 12 meses.

    Fonte: Gazeta Digital

    18-06-2008 | 10:06
    Reflexo do crescimento de setores como agronegócio, construção e mineração, a fila de espera por um caminhão novo pode chegar a nove meses, dependendo do modelo e do local de entrega. As montadoras aceleraram investimentos, mas não têm dado conta da demanda, que aumentou 28% nos cinco primeiros meses deste ano, com 46,5 mil unidades vendidas, segundo a Anfavea. Entre janeiro e maio, foram vendidos 452 caminhões por dia no país, contra 347 em 2007. Em setores como o de transporte pesado, a alta chega a 50%. Carros de passeio também estão demorando a chegar às garagens dos clientes.

    No Rio, há modelos em que a espera pode durar 120 dias, como para o Siena Tetrafuel, da Fiat. - Com a alta da produção (de caminhões), era natural que essa fila de espera diminuísse, mas não foi o que aconteceu - disse o superintendente da Vocal (maior concessionária Volvo no país), Claudio Zattar.

    As montadoras revisaram de 15% para até 35% a estimativa de alta das vendas de caminhões neste ano. Para dar conta da demanda, a fábrica de caminhões da Ford em São Bernardo do Campo passará a operar em dois turnos. Com isso, a produção diária pulará de 136 unidades para 172, com a contratação de 400 funcionários e investimento de R$36 milhões. A espera por caminhões da Ford é de 60 dias, em média, mas, para os modelos pesados, chega a quatro meses.

    - O que produz, vende - disse o superintendente de Vendas da Ford Caminhões, Uílson Campana.

    Com expansão de 140% nas vendas de janeiro a maio, a Iveco, unidade de caminhões do grupo Fiat, anunciou aumento de 52% nos investimentos previstos para a América Latina: de R$375 milhões para R$570 milhões até 2010, dos quais 80% no Brasil. Já a Volvo deve anunciar no segundo semestre novo plano de investimento para o triênio 2009-2011, e a expectativa é de um desembolso superior aos US$100 milhões gastos entre 2006 e 2008.


    Fonte: O Globo

    18-06-2008 | 10:06

    Brasília - Apesar de o Brasil produzir mais aço do que consome, o preço da matéria-prima não deve diminuir porque segue a cotação internacional, disse hoje (17) o presidente do Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS), Flávio Azevedo. Ele reuniu-se com o secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, para apresentar um panorama da produção do setor nos próximos anos.

    Mesmo com a pressão das indústrias de bens de capital, de veículos e da construção civil, afirmou Azevedo, o abastecimento está garantido. Ele disse que a oferta do metal estará garantida mesmo que a economia cresça acima do previsto.

    De acordo com o presidente do IBS, a demanda atual de aço no Brasil é de 22 milhões de toneladas. O setor, no entanto, tem capacidade para produzir 40 milhões. Caso a economia tenha crescimento anual superior a 5,5% nos próximos anos, a demanda chegará, em 2015, a 40 milhões de toneladas. Até lá, porém, a produção terá aumentado para R$ 63 milhões de toneladas.

    Segundo Azevedo, essa expansão só será possível por causa de investimentos de US$ 30 bilhões aprovados ou em andamento pelo setor siderúrgico. “Com os investimentos do setor de siderurgia, não existe o mínimo risco de desabastecimento nos próximos anos. Apesar da construção civil e da indústria automotiva terem iniciado o ano com crescimento elevado, eles continuarão plenamente atendidos”, declarou.

    Caso novos investimentos atualmente em estudo sejam aprovados, disse o presidente do IBS, a produção de aço poderá chegar a 80 milhões de toneladas em 2017. Ele, no entanto, admitiu que, com o aquecimento dos setores que mais demandam produtos siderúrgicos, as exportações tiveram de ser diminuídas para dar conta do consumo interno.

    “Como nossa vocação e nossa responsabilidade são com o mercado doméstico, as exportações foram diminuídas desde o segundo semestre do ano passado para manter abastecido o parque nacional”, destacou Azevedo. Atualmente, o Brasil exporta de 25% a 30% da produção, contra 35% registrados há um ano.

    Apesar da sobra de aço no mercado interno, Azevedo informou que o preço da matéria-prima não deve diminuir. Isso porque, mesmo livre de altas provocadas por descompassos entre a demanda e a oferta, o produto segue a cotação internacional. “Os preços de hoje alinhados com preços internacionais, assim como o das matérias-primas. As importações de aço absolutamente muito pequenas”, justificou.

    Desde o final do ano passado, o aço subiu 50% nos mercados externos. A tendência é que a cotação, pressionada principalmente pelo consumo na Índia e na China, continue a aumentar.

    Segundo Azevedo, o governo está conversando com os diversos setores para saber se o crescimento econômico não provocará risco de escassez de produtos nos próximos anos. “É muito importante para o governo saber dos setores que estão na base do crescimento se todos os insumos que estão na cadeia de abastecimento podem dar sustentação e fôlego ao aumento da demanda."

    Fonte: Agência Brasil

    18-06-2008 | 10:06
    Rio de Janeiro - Os resultados da Pesquisa Anual da Indústria da Construção (Paic) serão divulgados hoje (18), às 9h, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), durante entrevista coletiva na sede da instituição.

    O levantamento mostra o número de empresas do setor, sua receita, salários pagos e pessoal ocupado, além da participação das grandes empresas no mercado em 1996, 2000 e 2006, separadas por estados.

    Para 2005 e 2006, há dados sobre quatro grandes grupos: obras residenciais; edificações industriais, comerciais e outras não-residenciais; obras de infra-estrutura, entre outros.

     

    Fonte: Agência Brasil
    18-06-2008 | 10:06
     Técnicos da Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz/MT) receberam na segunda-feira (16.06) na sede do órgão, em Cuiabá, representantes do segmento de revenda de máquinas de construção civil, a fim de discutir assuntos pertinentes à política tributária aplicável ao setor.

    Na ocasião, os empresários apresentaram aos representantes da Secretaria de Fazenda sugestões para o Regulamento do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (RICMS). Eles ficaram de formalizar as sugestões junto ao órgão nos próximos dias.

    Como preceitua o governo Blairo Maggi, a Sefaz está aberta ao diálogo e a atender, na medida do possível, às reivindicações dos segmentos econômicos.

     

    Fonte: Mídia News
    18-06-2008 | 10:06

    O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cezar Britto, criticou hoje (17) a criação da Contribuição Social para a Saúde (CSS). Segundo ele, este não é o momento político para discutir aumento de impostos.

    "A hora não é de criar imposto, mas de discutir a reforma tributária. A carga tributária no Brasil tem de ser discutida no bojo global e não simplesmente com a criação de mais um imposto", analisou ao participar de sessão no Senado em homenagem ao senador Jefferson Péres (PDT-AM), morto no mês passado.

    Segundo Britto, se for aprovada no Congresso, é possível que a questão venha a ser questionada no Supremo Tribunal Federal. "Ela não é conveniente. Não é politicamente correta, porque simboliza mais essa mentalidade perversa de que, no Brasil, se administra, aumentando impostos.O que tem feito o país ser campeão em imposto no mundo", ressaltou.

    A CSS, que terá alíquota de 0,1% e incidirá sobre toda movimentação financeira, foi aprovada na semana passada na Câmara. Hoje devem ser votados quatro destaques da proposta. Um dos itens retira a base de cálculo da alíquota o que, na prática, invialibiliza a contribuição. Em seguida, a CSS segue para o Senado.

    Fonte: Mídia News

    18-06-2008 | 10:06
    O presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Luciano Coutinho, disse nesta terça-feira que há espaço para que a taxa de juros Selic caia a níveis semelhantes ao que é praticado no México.

    Ele ressaltou que isso só poderá acontecer quando a alta dos preços dos alimentos cessarem, e a inflação estiver mais controlada.

    A taxa real (descontada a inflação) mexicana atual é de 2,6%, e a brasileira alcança 6,9% (também real).

    A opinião de Coutinho foi compartilhada pelo ex-presidente do BC (Banco Central), Armínio Fraga, que disse acreditar que a taxa possa chegar a um patamar de 4% em "um tempo não muito distante". "Não vejo porque não esperar que a taxa de juros caia para níveis semelhantes ao do México. Não temos que ter complexo, passada essa fase, acredito que ela vai cair", comentou Fraga.

    Coutinho lembrou que o governo está "muito preocupado" com a alta da inflação, e acrescentou que o presidente Lula deverá anunciar, em breve, medidas para a promoção de oferta de alimentos, para que sejam mitigadas pressões internas, e também em alguns lugares do mundo.

     "Não sei quanto tempo vai durar a pressão internacional de preços sobre commodities. Ainda há aceleração, esperamos que isso, em algum momento, pare", afirmou Coutinho.

    Em seminário sobre financiamento de longo prazo, na sede do BNDES, Armínio Fraga sugeriu que a TJLP (Taxa de Juros de Longo prazo) deixe de ser utilizada como indexador dos empréstimos feitos pelo banco. Coutinho admitiu essa possibilidade, e disse que há idéias ainda especulativas sobre a questão, que ainda não estão amadurecidas.

    "É uma matéria que estamos estudando também. Mas quero deixar claro que jamais faremos qualquer mudança que crie insegurança nos contratos já realizados. Não vamos produzir nenhuma incerteza sobre contratos já feitos. Se formos mudar regras, faremos isso de maneira muito cuidadosa, apenas para ter um outro tipo de regra melhor da que já existe hoje", observou.

    Coutinho negou ainda que haja intenção de aumentar a TJLP. Segundo ele, a taxa vai ficar estável porque traduz a confiança de que a economia brasileira manterá estabilidade de preços.

    "Estamos passando por um período de pressões transitórias, a inflação será mantida sob controle, e portanto, não faz sentido mexer numa variável de longo prazo", acrescentou.

    O estímulo ao investimento foi a medida defendida pelo presidente do BNDES garantir estabilidade futura da oferta e de preços. Para Coutinho, o ciclo de investimento deve ser sustentado, mesmo que se opte por crescer de forma mais lenta.

    "Não devemos refrear o investimento. Quando o consumo cresce aceleradamente, cria um descompasso, e às vezes, é preferível crescer um pouco mais devagar, calibrar o crescimento e crescer de forma mais consistente com o aumento da oferta", afirmou.

    Fonte: Folha online

    18-06-2008 | 10:06
    O presidente do IBS (Instituto Brasileiro de Siderurgia), Flávio Azevedo, disse hoje que o abastecimento do mercado brasileiro de aço está garantido e que a demanda interna não terá influência sobre o preço do produto.

    Azevedo esteve reunido hoje na Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Fazenda para tratar do assunto com o governo.

    Ele apresentou dados que mostram que a capacidade instalada do setor poderá aumentar no mesmo ritmo do consumo interno. Hoje, o país tem uma capacidade de produção de 40 milhões de toneladas de aço para um consumo de 22 milhões. A expectativa é passar para 63 milhões e 40 milhões, respectivamente, até 2015.

    "Apesar dos setores de construção civil e automotivo terem iniciado o ano com crescimento muito expressivo, eles serão plenamente atendidos", disse. "A questão do aumento de preço por causa de demanda não existe."

     

    Fonte: Folha online
    18-06-2008 | 10:06
    O aumento da inflação no mês passado provocou estragos não apenas no poder de compra dos salários, mas, também nos ganhos da caderneta de poupança. Segundo levantamento da empresa de informações financeiras Economática, a rentabilidade da poupança foi de 0,574% em maio, enquanto a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), apurada pelo IBGE, subiu 0,97% no período. A diferença significa que o poupador perdeu 0,214% do valor real do dinheiro aplicado.

    Na prática, é como se o poupador que tinha R$ 1 mil no final de abril hoje precisasse depositar mais R$ 2,14 para que o dinheiro aplicado não tivesse o poder de compra corroído pela inflação.

    De acordo com a Economática, o resultado no mês passado foi o pior desde março de 2003, quando a rentabilidade da poupança teve queda real (descontado a inflação) de 0,346%. No acumulado de 2008 até abril, o rendimento real da aplicação em caderneta de poupança também ficou negativo, em 0,013%. O resultado negativo de maio pode ser visto como um desestímulo às aplicações num dos mais tradicionais investimentos.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    18-06-2008 | 10:06
    O governo federal está preocupado com a alta dos alimentos, mas avalia ser possível controlar a inflação e manter o crescimento econômico. O diagnóstico foi feito ontem pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante reunião da coordenação política, no Palácio do Planalto. Lula cobrou empenho dos ministros no lançamento do Programa de Incentivo à Produtividade da Agricultura Familiar, previsto para o fim deste mês.

    O grande desafio do governo, disse o presidente, é conter a escalada inflacionária e a alta do petróleo. Da mesma forma que fez na reunião ministerial, há nove dias, Lula destacou a importância do programa de estímulo à produção de fertilizantes. Lembrou que o Brasil importa 80% dos fertilizantes e alguns deles tiveram alta de 300% nos últimos meses. Para o presidente, o aumento do preço dos alimentos é um fenômeno mundial.

    O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse aos colegas que é importante mostrar o governo unido para enfrentar a alta dos preços. A ordem é manter o discurso de que tudo está sendo feito para combater a inflação. Na avaliação da cúpula do governo, medidas preventivas para arrefecer as pressões já começaram a surtir efeito.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    18-06-2008 | 10:06

    No comércio varejista ampliado, que inclui as atividades comerciais de veículos e de material de construção, Mato Grosso obtém um desempenho ainda melhor. De janeiro a abril deste ano, as vendas acumulam crescimento de 15,7% sobre os mesmos meses de 2007, e em abril, o incremento é de 21,4% sobre o quarto mês do ano passado. E a receita aumentou 25,6% em abril sobre o mesmo mês do ano anterior e nos quatro meses o lucro aumento 20,1% sobre o mesmo intervalo de 2007.

    O diretor regional da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores em Mato Grosso (Fenabrave-MT), Paulo Cesar Boscolo, confirma que as facilidades oferecidas pelo mercado, como taxas de juros menores, financiamentos mais longos e acesso ao crédito facilitado, o consumo tende a aumentar, seguindo um aquecimento verificado em todo o país. A novidade no setor, segundo ele, é que as montadoras estão disponibilizando uma quantidade maior de veículos às revendedoras, o que reflete significativamente no tempo de espera pelo carro depois do fechamento do contrato de compra. "Agora as revendas que vendiam 100 carros por mês tem 200 disponíveis para formação de estoques, tendo os automóveis à pronta entrega. Isso só vai refletir na variação que se tinha anteriormente nas

    vendas".

    Ele revela que o boom no setor, que começou no ano passado, com a demanda maior que a oferta, as lojas só vendiam o que as montadoras podiam entregar, o que já está mudando nos últimos dois meses. Assim, as empresas terão um número maior de carros para vender, o que não vai mais acarretar em uma diferença em percentual tão acentuada como nos meses anteriores. (FR)

     

    Fonte: Gazeta Digital
    18-06-2008 | 10:06
    A pesquisa da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) de Projeções e Expectativas de Mercado mostra que os bancos revisaram para cima suas expectativas de crescimento da economia para este ano de 4,66% para 4,78%. O levantamento, feito nos dias 12 e 13 de junho e divulgado ontem, revelou que os bancos estão menos otimistas quanto ao consumo das famílias. A média das projeções foi revisada em baixa, de 6,06% para 5,99%. Já os investimentos, medidos pela Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) devem crescer 11,72%, taxa superior à estimativa anterior, de 11,15%.

    Para 2009, as instituições financeiras reduziram sua projeção de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) de forma moderada, de 4,19% para 4,18%. A previsão de consumo das famílias avançou de 5,09% para 5,20%, e a da FBCF, de 9,10% para 9,54%. "Já existe uma preocupação em relação à inflação e ao impacto disso no orçamento familiar e como isso afeta o consumo das famílias daqui para frente", ressaltou o economista-chefe da Febraban, Nicola Tingas.

    Entretanto, o lado positivo é a expansão dos investimentos. "O investimento está crescendo, e isso faz com que a gente tenha uma manutenção do nível de emprego e renda", disse. Na avaliação do economista, é necessário um "balizamento das condições de oferta". Desta forma, uma pequena desaceleração na demanda para dar tempo de a oferta se equilibrar com ela é "muito importante".

    Para Tingas, esse movimento pode justificar a política gradual do Banco Central. "Aparentemente a condução (da política monetária) se mantém sadia, privilegiando a manutenção das expectativas", de tal forma que o processo de investimentos não seja interrompido.

    O risco para 2009 é de uma reversão do crescimento mundial, alerta Tingas. De acordo com o levantamento, as maiores preocupações do mercado são também o aumento dos preços das matérias-primas (commodities) e da pressão inflacionária no cenário global. Item alimentação - No Brasil, o maior risco destacado pelos bancos é a pressão dos preços dos alimentos e também dos preços administrados, assim como o descompasso entre a oferta e a demanda na economia.

     

    Fonte: Gazeta Digital
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