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Segunda-feira, 20 de Maio de 2019
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05-07-2010 | 12:44
FGTS e poupança garantem que empresas executem mais projetos
Se no início do ano passado o setor da construção civil colocou o pé no freio diante das incertezas do cenário econômico, agora as empresas aceleram para atender à crescente demanda por unidades habitacionais.


Se no início do ano passado o setor da construção civil colocou o pé no freio diante das incertezas do cenário econômico, agora as empresas aceleram para atender à crescente demanda por unidades habitacionais. A situação é favorável tanto para as pessoas físicas quanto para as jurídicas, segundo avaliação do diretor executivo do Secovi-SP (Sindicado das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis), Celso Luiz Petrucci.

Com a expectativa de crescimento, as empresas se sentem confortáveis para lançar os projetos e os bancos, para financiá-los, sem discriminação de tamanho. É interessante lembrar que a Caixa Econômica Federal fechou no primeiro ano do programa federal Minha Casa, Minha Vida contratos com 655 empresas. Isso mostra que o atendimento é bem diversificado no mercado. E também lembra que, no geral, não existem casos que mostrem que há dificuldade em obter recursos pelas empresas do setor. Cenário diferente daquele registrado após o agravamento da crise financeira externa, em setembro de 2008.

Os recursos para o setor provêm da poupança e do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). No caso das cadernetas, os financiamentos com essa fonte devem passar do patamar de pouco mais de R$ 30 bilhões no ano passado para R$ 50 bilhões em 2010. Já no fundo, R$ 24 bilhões devem ser utilizados no crédito imobiliário, ante cerca de R$ 15 bilhões em 2009

Outro fator que contribui para que os recursos sejam destinados a todos os portes de construtoras é que não há grandes discrepâncias no nível de eficiência. Ou seja, uma empresa menor consegue entregar a obra em prazo similar ao de uma grande construtora. O ciclo de produção não muda muito. E há casos em que as empresas menores.

O crédito não deve ser encarado como um entrave ao crescimento do setor, já que cada vez mais os bancos querem diversificar seus riscos, o que faz com que as construtoras de todos os portes tenham espaço. Alguns têm a estratégia de pulverizar um pouco menos, mas não há discriminação.


Embora não revele qual a fatia que cabe às pequenas e médias construtoras, a Caixa Econômica Federal, que responde por mais de 70% do financiamento imobiliário no país, afirma que elas possuem uma participação importante, em especial nas operações destinadas a menor renda, como o PAR (Programa de Arrendamento Residencial) e os empreendimentos do Minha Casa, Minha Vida que são destinados ao público com renda de até três salários mínimos. (Fonte: Brasil Econômico/BR)

 

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