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Segunda-feira, 20 de Maio de 2019
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05-07-2010 | 13:01
EUA em risco de recaída recessiva
Três dados divulgados nos EUA reforçaram as preocupações com o risco de o país ter uma recaída recessiva. Números ruins da produção industrial, do emprego e da venda de casas

Três dados divulgados nos EUA reforçaram as preocupações com o risco de o país ter uma recaída recessiva. Números ruins da produção industrial, do emprego e da venda de casas sugerem que no segundo semestre a economia crescerá num ritmo mais lento do que o atual, muito em função do fato de que os programas de estímulo do governo estão terminando. O temor de que a economia volte a se retrair tem levado investidores a reverem seus planos e tem derrubando preços das ações nos últimos dias.


Segundo o Departamento do Trabalho, o número de pedidos de seguro desemprego aumentou em 13 mil na semana passada para 472 mil. A expectativa do mercado era de uma queda para 452 mil. Parece que o mercado de trabalho está cada vez mais fazendo água. O número de demissões é menor que o de 2009, mas as contratações não se aceleraram de fato, o que é desapontador, disse Stephen Bronars, economista da Welch Consulting. Há muita incerteza em relação a mais contratações. E para para que o país se recupere e para que as pessoas se sintam mais confiantes é preciso de mais vagas em diferentes setores da economia.


O segundo dado negativo do dia veio da indústria. A atividade industrial medida pelo Instituto de Gestão e Fornecimento (ISM, em inglês) teve o pior resultado dos últimos seis meses: 56,2 pontos em junho ante 59,7 de maio. Resultados acima dos 50 pontos indicam expansão.


O setor industrial sempre puxou a recuperação da economia americana de períodos de recessão, mas agora a indústria parece estar avançando com menos força. O ímpeto do setor industrial está diminuindo, mas ainda não há sinais neste relatório de um queda abrupta no ritmo de crescimento, avalia Brian Bethune, economista chefe do IHS Global Insight in Lexington, no Estado americano de Massachusetts.


Apesar da desaceleração da atividade da indústria nos EUA no mês passado, o ritmo ainda é maior que o da China, onde o avanço mais fraco e mais de um ano multiplicou temores de que a recuperação mundial possa estar em risco.


Na zona do euro, as indústrias também perderam força em junho, registrando seu menor crescimento em quatro meses.
 

O setor imobiliário também contribuiu para o pessimismo. Segundo a Associação Nacional das Imobiliárias, o número de contratos de vendas de casas usadas despencou 30% em maio. O índice de vendas pendentes caiu para 77,6 pontos, medida mais baixa desde 2001. Abril foi último mês de um programa de estímulo para compra de casas. (Fonte: agências internacionais)

 

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