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Sexta-feira, 19 de Abril de 2019
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17-06-2008 | 10:11
Demanda reprimida chega a 20% no Estado, diz Sinduscon/MT
“O setor da construção civil está aquecido e a tendência é o consumo aumentar ainda mais nos próximos meses”, afirma o presidente do Sindicato das Indústrias da Construção (Sinduscon), Luiz Carlos Richter Fernandes. Segundo ele, a demanda reprimida está em torno de 20%.

No mercado local o cimento continua em falta e os preços chegaram ao patamar de R$ 24. O reflexo direto disso é o atraso nas obras de construção civil. “Já notamos esse problema e a tendência é o cenário se manter por mais algumas semanas até que a situação seja normalizada”, diz o presidente da Associação dos Comerciantes de Materiais de Construção do Estado (Acomac), Wenceslau Souza Júnior.

Segundo ele, o desabastecimento e a conseqüente alta nos preços foram motivados pela paralisação temporária da fábrica de cimento de Nobres e o aquecimento das obras no setor da construção civil.

Além da alta dos preços, as lojas estão fracionando a venda das bolsas aos consumidores. É o caso da Correia Materiais para Construção, que estava vendendo no máximo três bolsas por cliente. “O produto realmente está escasso, por isso estamos limitando as vendas para atender àqueles que nos procuram”, disse um vendedor da loja. Na Bigolin, o produto ontem estava em falta. “Desde sexta-feira não temos cimento em nossa loja”, disse uma vendedora.

 

Fonte: Diário de Cuiabá


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