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Quarta-feira, 19 de Fevereiro de 2020
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23-10-2008 | 10:54
Bancos projetam preços dos metais em baixa em 2009
A perspectiva de que as condições econômicas mundiais vão piorar ainda mais fez com que bancos de investimento revisassem para baixo as estimativas para os preços dos metais industriais em 2009.

Somente nos últimos dias, Credit Suisse, Deustehe Bank e National Austrália Bank divulgaram perspectivas de preços inferiores aos registrados neste ano. Na visão do Credit Suisse, a cotação média da tonelada do cobre será de US$ 5.878, e que representa revisão para baixo de 38% em relação à estimativa anterior.

Segundo os ana listas do banco, 15 de 72 novos projetos de cobre devem ser arquivados,enquanto os produtores revisam os investimentos.

A demanda pelo metal, usado em tubulações e em fiação elétrica, provavelmente crescerá 1% no ano que vem, em comparação com a estimativa anterior, de expansão de 4%.
Isso deve provocar um excedente potencial de 416 mil toneladas, acrescentou o Credit Suisse. Já o Deutsche Bank alegou que baixou as suas projeções de preços para o cobre e o aluminio devido à "rápida deterioração do cenário para a economia mundial. O preço do cobre sera, em média, de US$ 7.117 a tonelada em 2005, 7% abaixo da estimativa anterior.

O metal terá o preço médio de US$ 4.

161 a tonelada em 2009 e de US$ 4. 740 em 2010, com queda de 37% e31%, respectivamente, em relação as projeções anteriores. No caso do alumínio, o banco revisou para baixo a sua previsão de preços para este ano em 4%, para US$ 2. 605 a tonelada.

Para o próximo ano foi reduzida em 29%, para US$ 1. 874, e em 24%, para US$ 2. 249, para 2010. Acreditamos que os preços dos combustíveis e dos metais industriais são os mais expostos a nova fragilidade nos preços no atual cenário, escreveram os analistas do banco, dirigidos por Michael Lewis, lotado em Londres. O banco reduziu também a sua projeção para o preço do níquel em 6%, para US$ 21. 289 a tonelada em 2008; 43%, para US$ 10. 279 em 2009; e 31%, para US$ 13. 338 em 2010.

O preço do zinco deve ficar em media em US$ 1. 889 este ano, 6% a baixa da previsão anterior; em US$ 1.190 no próximo, numa revisão para baixo de 30%; e em US$ 1.543 em 2010, numa estimativa 33% menor que a anterior.

 Para o National Austrália 3ank

 as baixas jã verificadas refletem basicamente que o recuo das ações, a redução da concessão de empréstimos e a queda vertical das indústrias de transformação e de construção civil reduziram a demanda.

"As condições econômicas mundiais deverão continuar perdendo força até boa parte de 2009", disse o banco australiano. Ontem, na Bolsa de Metais de Londres (LME) o preço da tonelada do cobre com entrega em três meses recuou 6, 55%, cotado a US$ 4.510.

O alumínio encerrou o dia a US$ 2. 104, em baixa de 2, 82%.

O níquel foi o único que terminou o pregão em alta, valorizado em 1, 52% e cotado a US$ 10. 660 a tonelada. O petróleo também registrou quedas ontem com o barril do tipo WTI, negociado em Nova York para novembro, em queda de US$ 3, 36, a US$ 70, 89, e o para entrega em dezembro a US$ 72, 18, com recuo de US$ 2, 21.

Em Londres, o Brent para dezembro de 2008 terminou a US$ 69, 72, com queda de US$ 2, 31. O contrato de janeiro saiu a US$ 71, 16, com decréscimo de US$ 2, 40.

 

Fonte: CBIC


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